Archive for the 'Uncategorized' Category

Retrospectiva 2013

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 8,800 times in 2013. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 3 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

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Um velho amigo

CÃES E GATOS ATINGEM A TERCEIRA IDADE CONFORME PORTE E LUGAR ONDE VIVEM

Antes vistos apenas como animais de estimação, os cães e os gatos se tornaram parte das famílias. Mas já parou para pensar há quantos anos ele está morando com você? Se já se perdeu nas contas, ou lembra dos filhos ainda pequenos brincando com ele, prepare-se: brevemente, você terá de enfrentar a velhice do seu amigão.

Especialista em medicina felina e vice-diretora do Hospital de Clínicas Veterinárias, Fernanda Amorim explica que, para os gatos, essa fase da vida começa por volta dos 12 anos. Para os cachorros, a divisão é um pouco mais complexa, diz a especialista em problemas de comportamento de cães e gatos Ceres Faraco. Por mais estranho que pareça, a fase geriátrica chega mais cedo para os cães grandes, por volta dos sete anos. Os pequenos, como as raças bichon frisé e maltês, envelhecem por volta dos 10 ou 11 anos.

MASCOTES INSEPARÁVEIS

Totó e Kovu são de raças diferentes, mas compartilham a mesma dificuldade: chegaram à terceira idade. Enquanto um tem de lidar com injeções diárias para o diabetes, o outro convive com um câncer, que afetou os testículos no início deste ano. A doença mudou não só a vida dos animais, mas também a das donas. Hye Run Kang e o filho Jonas dividem-se há cerca de um ano nos cuidados de Totó, um maltês de 15 anos que acompanha a família desde “bebezinho”. Segundo ela, o envelhecimento do cão afetou um pouco a rotina da família. Além do diabetes, que diariamente, às 20h, une mãe e filho na luta para aplicar a injeção de insulina, Totó está completamente cego.

– Como ele odeia a seringa, a gente se ajuda. Enquanto eu seguro, o Jonas aplica – conta Hye Run.

A estudante Giulia Goidanich (foto), dona de Kovu, um bichon frisé de 14 anos, compartilha do mesmo sentimento. Tendo o cãozinho como amigo inseparável desde os seis anos, ela não consegue nem pensar que, um dia, ele pode não estar mais na vida dela.

No início deste ano, o medo a alertou.

– Me assustei bastante, o pelo dele começou a cair, ele ficou mais sonolento.

Daí percebi que estava ficando velhinho.

Dani Barcelos | Especial

Foto: Dani Barcelos | Especial

SAÚDE DE DAR INVEJA

– O meu não é nem idoso, é Matusalém.

Dona de Iura, um siamês de 19 anos, Gabriela Jacobsen diverte-se ao falar do companheiro. O bom humor não é em vão, já que o gato não tem doença, apesar da idade. Embora Iura tenha ficado mais sedentário, o envelhecimento do animal não mudou em nada o dia a dia da família. As mudanças foram mais nos hábitos do gato que, agora, toma banho só de talco e sai para a rua três vezes por ano, quando a dona o leva para fazer os exames no veterinário.

Foto: Mauro Vieira

Foto: Mauro Vieira

ALGUNS CUIDADOS
Como facilitar a vida do seu animal idoso
– Substituir a ração habitual por outra mais atrativa e de fácil absorção.
– Estimular os animais mental e fisicamente.
– Levá-los para passear, para que mantenham contato com outras pessoas e animais.
– Fazer check-ups geriátricos a cada três ou, no máximo, seis meses.

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ELE JÁ É UM VOVÔ?
Reconheça as marcas da idade no seu mascote por diferentes alterações
– Metabólicas: ganho de peso, maior sensibilidade ao calor e ao frio.
– Na pelagem: esbranquiçamento, rarefação de pelos, pele mais seca, crescimento das unhas.
– Locomotoras: dificuldades para se movimentar, atrofia muscular, artrose.
– Sensoriais: déficit auditivo, catarata.
– Gastrointestinais: tendência à diarreia e constipação, dificuldade para digerir os alimentos.
– No sistema nervoso central: maior agressividade, perda do treinamento higiênico, alterações no sono, latir (ou ouvir) para o nada, caminhar sem rumo (sintomas associados à síndrome da disfunção cognitiva).
– Imunodeficiência: maior suscetibilidade a infecções, ocorrência de neoplasias (câncer).
– Orais: dificuldade de mastigação, desgaste e perda de dentes.

Fonte: Caderno Vida | Zero Hora

Cuias de Oncinha

Segundo o jornal Zero Hora, a novidade deste ano no Acampamento Farroupilha é o charme das Cuias de Oncinhas que está deixando as prendas alvoroçadas. Elas podem ser encontradas no pavilhão de artesanato do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho. São cuias, garrafas térmicas e mateiras com estampa de onça, tigre e zebra. O kit se destaca na prateleira, e é um dos campeões de vendas na loja de Patrícia Carvalho.

O kit completo de chimarrão fica em torno de R$ 170,00.

Pode ser novidade no Acampamento Farroupilha, mas a Steel já era a garota propaganda das Cuias de Oncinha desde 2012! lol

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Fonte: Zero Hora

Babá de Cachorro

Tatiana Antunes: Brincadeiras fazem parte da visita | Fotos: André Porto / Metro

Foto: André Porto / Metro

Todo mundo que tem um animal de estimação, provavelmente já passou por aquela situação de precisar pedir para um amigo, parente ou vizinho dar uma olhada, passear e alimentar o seu pet por causa de uma viagem. Hoje existe uma nova opção para aqueles que não podem levar o pet na viagem ou que precisem deixá-lo sozinho por mais tempo do que o normal, essa alternativa é o serviço de pet-sitter. Nada mais é do que um serviço de babá para animais, uma boa alternativa aos hotéis para animais.

A grande vantagem é que o pet não precisa enfrentar um estresse maior do que o necessário, já que fica no ambiente dele mesmo e também não corre o risco de pegar doenças de outros animais, algo que pode acontecer em hotéis.

Os pet-sitters fazem a higiene do local onde o animal fica, trocam a água e ração, limpam o “banheiro”, brincam e levam para passeios. Tudo de acordo com o que foi tratado de antemão com os donos.

Claro que deixar o seu animalzinho aos cuidados de estranhos sempre deixa os donos com um pé atrás, por isso é política das empresas uma visita prévia para tirar dúvidas, apresentar a babá, definir o que e quando serão feitas as visitas e que partes da casa o pet-sitter vai ter acesso, e claro, assinar um termo de serviço. Ah, vale lembrar que o ideal é que o profissional seja especializado em comportamento animal.

Não demora muito vai ser uma atividade tão popular quanto os passeadores e spas para pets.

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Fotos: André Porto / Metro

Fonte: Metro

Eletrônicos voltados a donos de cães e gatos começam a ganhar espaço na capital gaúcha

Novidades tecnológicas facilitam o cuidado dos animais de estimação

Aplicativo para smartphone ajudou Gabriela a reduzir os problemas com os latidos de Chopp Foto: Carlos Macedo / Agência RBS

Aplicativo para smartphone ajudou Gabriela a reduzir os problemas com os latidos de Chopp | Foto: Carlos Macedo / Agência RBS

Popularizados entre japoneses, americanos e europeus, aplicativos e apetrechos tecnológicos que prometem facilitar a vida dos donos de pets começam a chegar ao Brasil. São itens como calendários de vacinas para smartphones, coleiras com lanterna LED para o passeio noturno ou cortadores de unha com sensores de aproximação da pele, que têm virado objetos de desejo no lastro da profusão dos celulares e da escassez de tempo para tomar conta dos peludos.

A dentista Gabriela Correa Ferreira, 32 anos, resolveu recorrer à tecnologia para tentar aplacar as saraivadas de latidos de Chopp, seu filhote de shih-tzu. Comprou uma coleira que dispara som a frequência audível só pelos cães.

O efeito foi zero – Chopp latia mais alto para superar o ruído. Então Gabriela baixou um programa em seu smartphone com a mesma proposta. Aí, sim, os au-aus se tornaram mais escassos.

– Melhorou um pouco, mas os latidos só foram resolvidos com adestramento. O bacana é que comecei a conhecer outros aplicativos dedicados aos cachorreiros – conta Gabriela.

Um deles é uma agenda que alerta a proximidade das datas de aplicação de vacinas e vermífugos e das consultas médicas – o melhor amigo dos donos sem tempo.

Opções ainda são raras nas pet shops de Porto Alegre

Em sua maioria fabricados na China, eletrônicos dedicados a cachorros e gatos estão ganhando espaço – ainda que a passos de tartaruga – nas vitrines das pet shops de Porto Alegre. Algumas lojas começam a vender sensores que alertam quando o animal deixa uma determinada área e potes de comida que se abrem quando o bichano se aproxima, impedindo a disputa com formigas e lesmas pela ração. Uma minoria já insere chips de identificação sob a pele do animal, no qual constam o telefone dos donos, muito útil para os pets fujões.

– A oferta desses produtos ainda é restrita, mas a procura também é muito baixa em Porto Alegre – diz Flávia Piva, diretora da Grooming Place, pet shop na Capital.

Os inventos disponíveis em Porto Alegre ainda são discretos em relação aos já encontrados em São Paulo, onde há uma massa consumidora bem maior. Um ano atrás, a importadora Chalesco passou a revender alimentadores automáticos, que são programados para abastecer os pratinhos a cada intervalo de tempo. Nem os pets distraídos correm risco de perder a refeição: o aparelho reproduz a voz do dono anunciando o almoço.

– Mesmo sendo o segundo maior mercado pet, o Brasil consome poucos itens tecnológicos. Os consumidores ainda estão interessados no básico – explica Simone Rosenbaum, analista de marketing da Chalesco.

Especialistas estimam que o mercado de gadgets – equipamentos eletrônicos portáteis – para animais ficará mais forte no Brasil nos próximos dois anos. Assim, os preços poderiam baixar, e os donos começariam a ficar familiarizados com as novidades tecnológicas. A expectativa é que o encantamento com os aplicativos nos smartphones gere, gradativamente, curiosidade pelos dispositivos físicos.

– Os clientes que se interessam por essas novidades acabam comprando pela internet e isso também atrasa uma maior oferta nas lojas – constata Marione Pinheiro, diretora da pet shop Mundo Animal.

 

Instrutor pavloviano

Já ouviu falar no experimento de Pavlov, aquele que dava ao cachorrinho petiscos quando soava uma campainha? Esse sistema funciona de uma maneira parecida: quando o animal faz xixi em uma área determinada, um dispositivo o recompensa com uma guloseima. É o fim das pocinhas em locais indesejados.
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Alimentador automático

Essa é uma opção para quem passa o dia fora e não quer forrar de uma só vez o pratinho com ração. O dispensador é programado de acordo com o horário de alimentação do animal, liberando uma quantidade específica de ração. Já pode dispensar a babá.
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Brinquedo a laser

O aparelho emite feixes de laser que correm alucinadamente pela sala, tirando do tédio até dois cães ou gatos. São quatro opções de velocidade, e a brincadeira dura cerca de 20 minutos. Dê adeus à bolinha babada.
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Monitorador de saúde

Especial para os hipocondríacos alheios: uma coleira à prova d’água que mede o nível de atividade física do animal. Sinais vitais e até temperatura corporal são enviados a um aplicativo no smart-phone. A bateria dura 10 dias.
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Fonte automática

Essa fonte é ativada quando o cachorro se aproxima, e para de jorrar quando ele vai embora. A promessa é de água mais fresca e limpa para os animais que vivem em pátio. Mas tome cuidado para não passar muito perto.
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Rastreador de pet

Para aqueles que não esquecem o cão quando estão a léguas de distância. Essa coleira envia a um smartphone informações sobre o trajeto do pet dentro de casa, avisa se ele está dormindo ou acordado e dispara torpedos se ele se põe a latir. Não se preocupe, seu cão não liga para a privacidade.
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Fonte: Erik FarinaZero Hora

Os 10 maiores cães Super-heróis

O melhor amigo do homem também pode ser um herói. Eles podem guiar pessoas cegas, encontrar explosivos e auxiliar no resgate de feridos. Mas por mais herpicos que eles sejam, ainda não são super-heróis. Mas alguns cães conseguiram ir mais longe, usando superpoderes incríveis e trajando suas super-capas.

Aqui estão 10 super-heróis caninos que fizeram parte da nossa infância, ou não, e ajudaram os super heróis a desvendar crimes e combater o mal.

10. Dinamite, o Bionicão

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Dinamite seria, a princípio, o companheiro robótico do herói Falcão Azul de Hanna-Barbera, mas o desenho teve curta duração e foi rebatizado com o nome do cão e não mais do multimilionário que combatia o crime durante as noites (Falcão Azul e Dinamite nada mais são do que uma sátira às aventuras de Batman e Robin.) Apesar de ser um robô cheio de aparatos e engenhocas, Dinamite sempre era espetacularmente incompetente, mas acabava ajudando a derrotar o vilão no final da história. O Bionicão ainda teve um crossover com o célebre cão detetive de hanna-barbera, Scooby-Doo. Originalmente transmitido entre 1976 e 1977, Dinamite ainda é reprisado em diversos canais ao redor do mundo.

9. Hong Kong Fu

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Não se tem certeza se o desenho animado, transmitido originalmente entre 1974 e 1975, foi a primeira experiência de Hanna-Barbera no mundo dos super-heróis, mas foi o primeiro desenho estrelado por um cachorro. Hong Kong Fu é o alter-ego de Penry, o desastrado e simpático faxineiro da delegacia de polícia. Sempre que um crime acontece ele entra na gaveta de baixo de um arquivo e sai na de cima já trajado como Hong Kong Fu. A bordo de seu Fumóvel ele persegue os vilões e os derrota graças às lições de seu livro de Hong Kong Fu.

Hong Kong Fu é, na verdade, muito incompetente e normalmente não consegue derrotar ninguém. Na verdade, ele é constantemente salvo por seu ajudante, o gato China. Mesmo sem conseguir capturar uma mosca, Hong Kong Fu é famoso e amado por todos os cidadãos.

8. O Vira-Lata

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É um avião? É um pássaro? É uma barata?

O pacato cão engraxate transformava-se no vira-lata ao menor sinal de pergio e não media esforços para resgatar a doce Polly Puro Sangue das garras dos malvados Simon Sinistro e Riff Raff. E tudo isso rimando!

Equipado com sua superforça, habilidade de voar, visão de raio-X e super-sopro, o vira-lata era quase imbatível. Mas se você já assistiu ao desenho sabe que seus poderes são limitados e ele tem que apelar para as cápsulas de energia escondidas em seu anel.

O vira-lata é uma sátira ao Superman e é um dos personagens mais amados pelo público norte-americano, tanto que se transformou em filme em 2007.

7. Amaterasu

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Lançado para PlayStation 2 em 2006, Okami recebeu o prêmio de jogo do ano pela IGN, merecidamente. O visual do jogo foi inspirado na tradicional técnica chinesa do sumi-e (pintura) e o jogador podia atuar como um pintor celestial usando seu pincel para derrotar os inimigos. O jogo conta a história de Amaterasu, a deusa xintoísta do sol lutando para salvar o mundo das trevas na forma de um lobo branco.

Amaterasu combate o mal para destruir o demônio do mal, Orochi. Apesar do pincel celestial ser a principal arma do jogador, utilizando-o para atacar os inimigos e desenhar o caminho por onde o lobo passará, Amaterasu também recorre a métodos de combate mais tradicionais, usando suas presas e garras. Salvar todos do Japão antigo não é uma tarefa fácil, mas Amaterasu consegue fazê-la ao passo em que faz crescer plantas e restaura a beleza do mundo por onde passa.

6. Lockjaw

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Lockjaw é um bulldog comum. Mas ele é gigante. E telepata. E pode se teletransportar. E é um super-herói. Depois de um encontro com o Sr. Fantástico, Lockjaw decide partir em busca das jóias do infinito e deixa pra trás sua vida como um animal de estimação da realeza para se unir a uma equipe de super-heróis animais, incluindo um tigre dentes-de-sabre e Throg, o sapo de Thor.

Depois de muitas aventuras – incluindo uma batalha contra Thanos em um universo alternativo e ser engolido por uma baleia – Lockjaw e sua equipe encontram todas as jóias do infinito e as entregam ao Sr. Fantástico. Lockjaw também é o líder dos Pet Avengers.

5. K-9

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K-9, o robô companheiro de Doctor Who não só deu as caras na TARDIS, mas também participou das Aventuras de Sarah Janes. Ele estrelou sua própria série de livros e teve até mesmo uma série de TV na Austrália. Sua série, intitulada K-9, mostrava suas viagens ao ano de 2050 onde ele, um grupo de cientistas loucos e alguns adolescentes protegiam o mundo de invasores alienígenas e batalhavam em uma agência governamental distópica, “O Departamento.” Além disso, K-9 também possuía a habilidade de voar!

4. Ace, o Bat-cão

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Houve várias versões de Ace ao lango dos anos (incluindo uma versão com a voz grave no desenho de Krypto, o Supercão.) Mas a versão original, de 1955, era a de um pastor alemão com uma marca em forma de estrela na testa. Para esconder sua identidade secreta, Batman vestiu o cão com uma máscara e um capuz, assim ninguém poderia ligar o cão a Bruce Wayne. O cão investigador ajudou Batman a resolver seus casos até 1964, quando foi completamente retirado das histórias.

Algumas versões posteriores do Bat-cão já o transformaram em um cão guia de um nativo americano que ajudou Batman a derrotar alguns vilões infiltrados na tribo. Depois que seu dono foi assassinado ele passou a viver na mansão Wayne.

Nos desenhos de Kypto, de 2005, Ace não só tem uma máscara como também traja capa e outros Bat-acessórios, incluindo um planador que o permite voar. O Bat-cão também tem um romance com Isis, a gata de Selina Kyle.

3.  Krypto

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Estreando apenas alguns meses antes de Ace, o Batcão. Krypto, o Supercão era o animal de estimação de Kal-El em Krypton. Jor-El o usou como cobaia para o protótipo do foguete berço que usaria para enviara Kal-El para a Terra, posteriormente. Krypto acabou se perdendo no espaço e só reencontrou Kal-El quando este já assumira a identidade de Clark Kent, como Superboy. Krypto derrota os bandidos ao lado de Superman e já se uniu à Legion of Super-Pets e a Patrulha espacial de agentes caninos.

Ele tem todos os poderes do Superman, inteligência a nível humano e até mesmo um disfarce. Quando se torna o cachorro dos Kent surgem manchas em seu pelo que se torna castanho.

Assim como Ace, Krypto foi retirado das histórias com o passar dos anos. Recentemente uma nova versão de Krypto surgiu nos quadrinhos, mas ele não é tão poderoso nem possui inteligência humana. Mas ainda pode voar!

2. Hyperdog

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O sargento Kemlo Caesar é um Doberman com super inteligência em um exo-esqueleto que lhe permite andar como uma pessoa e utilizar as mãos. Ele faz parte dos Neopoli’s Finest, um grupo de policiais que mantém a ordem em Neopolis, uma cidade onde todos possuem super poderes. Em Top Ten, de Alan Moore, Caesar não só rastreia e prende o serial killer Libra, mas também convence os outros oficiais a ficar na cidade e assinar juramentos de lealdade. Ele mantem sua super força policial unida e, eventualmente, se torna Prefeito.

1. Rex, O Cão Maravilha

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Rex, O Cão Maravilha pode ser um personagem B no Universo DC, mas fez sua estreia em sua própria HQ, diferente dos outros cães que se uniram a heróis humanos. Suas HQ’s foram publicadas entre 1952 e 1959, embora Rex tenha feito inúmeras participações em outras revistas.

Rex foi cobaia para a criação de um super soldado, mas infelizmente os cientistas que faziam parte do experimento foram assassinados por Nazis e Rex foi o único sobrevivente. Rex lutou na Segunda Guerra Mundial, Guerra da Coreia e fez parte da legião francesa, já foi um detetive, fez parte de um circo itinerante, foi guarda florestal, cão dublê, astronauta e chefe dos bombeiros. Ele também encolheu e viveu algumas aventuras subatômicas. Rex já bebeu da Fonte da Juventude e lutou sozinho contra um tiranossauro.

Recentemente, enquanto enfrentava o Gorila Grodd, Rex descobriu que possui habilidades telepáticas. Ele também faz parte do Bureau of Amplified Animals, um grupo de super animais que ajudam a combater o crime no universo DC.

 Fonte: Legião dos Heróis

Recolher a sujeira de seu animal diminui riscos de doenças

Cocôs deixados nas ruas, além de emporcalhar a cidade, podem transmitir doenças a outros animais e também a humanos

Muitas pessoas acreditam que recolher as fezes de seus animais das ruas é uma obrigação somente em razão da sujeira ou do risco de alguém pisar. Já ouvi pessoas comentando que “se ele fez o cocô na grama da pracinha e ninguém passa por lá, não tem problema não recolher”.

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Mas o que poucos sabem é que o não recolhimento desses dejetos pode transmitir certas doenças tanto a outros animais quanto aos seres humanos. Existem diversos vermes intestinais que são transmitidos pelo contato com fezes contaminas, assim como muitos vírus!

risco de contaminação é alto quando um animal entra em contato com essas fezes!

Para algumas doenças o tratamento é demorado e caro. Dependendo da gravidade, pode até ser fatal. Um exemplo é a parvovirose, um vírus transmitido pelas fezes de animais contaminados sem a devida vacinação.

Algumas enfermidades adquiridas pelos pets podem ser transmitidas também para os seres humanos, são o que chamamos de zoonoses. A giárdia é uma delas e tem como sintoma uma forte diarreia. Um animal com giárdia pode contaminar alguém da casa, principalmente crianças pequenas, que acabam levando a mão suja à boca e têm o sistema imunológico mais fraco.

Quando se tem um animal com giárdia, o ideal é tratá-lo corretamente e cuidar também do ambiente, para que não haja recontaminação nem contaminação das pessoas ou outros animais da casa. Sempre que entrar em contato com as fezes do animal, lave bem as mãos!

Ficam os alertas para a prevenção! Mantenha a vacinação e a vermifugação em dia e recolha as fezes dos seus animais das ruas. Vamos manter a cidade limpa e longe de qualquer contaminação.

por Andressa Gontijo

Fonte: R7



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