Arquivo para março \23\UTC 2013

Frio do cão

Os cães da neve, ops.

JAN WOITAS, DPA, AFP

JAN WOITAS, DPA, AFP

Como é linda a primavera no Hemisfério Norte.

INFORME ESPECIAL | TULIO MILMAN | 21 de março de 2013 | N° 17378

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Pessoas realmente entendem os sentimentos dos cães

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Eles se entregam. Basta prestar atenção ao olhar e às orelhas. Segundo pesquisa da Universidade da Flórida, boa parte das pessoas consegue desvendar alguns sentimentos caninos apenas pela expressão facial deles – principalmente a felicidade.

O voluntário principal foi o Mal, esse pastor belga Malinois da foto acima, adestrado pela polícia americana. Com uma câmera ligada, os pesquisadores interagiram de várias formas com Mal: deram remédio com sabor desagradável ao paladar canino, brincaram, provocaram, deram broncas e fingiram ser um criminoso.  Em cada uma dessas situações, o cachorro esboçou reações diferentes (raiva, nojo, medo, surpresa, felicidade e tristeza). Cada expressão virou uma foto.

E, para ver se a gente consegue mesmo entender o coração dos nossos cães, 50 pessoas foram incumbidas de descobrir qual era o sentimento de Mal em cada imagem. Quase 90% delas acertaram quando viram a imagem feliz do cachorro – boca bem aberta, língua pra fora, olhos arregalados, típica cara de cachorro que vai passear. Só pode ser felicidade.  Outros 45% descobriram as carinhas de medo e 37% acertaram o sentimento de tristeza. A cara de nojofoi a mais difícil de desvendar: só 13% acertaram.

Você também é bom nisso? Então, adivinha qual o sentimento do Mal em cada uma das fotos ali de cima.

Dica: não tem nenhuma cara de culpa representada nas imagens. Mas essa a gente deixa pro Denver, esse cara aqui do vídeo:

Crédito da foto: divulgação
(A propósito, as respostas, da esquerda para direita, na parte superior são: surpresa, nojinho e felicidade; e na parte inferior: raiva, tristeza e medo)

Superinteressante | Carol Castro 19 de março de 2013

Iditarod 2013

Hoje encerrou-se a edição 2013 do Iditarod, a Última Grande Corrida, em Nome no Alaska, com o último musher a cruzar a linha de chegada.

O vencedor este ano foi Mitch Seavey,  chegou a Nome no dia 12 de março com o tempo de nove dias, sete horas, 39 minutos e 56 segundos, cruzando a linha de chegada com 10 dos 16 cães que iniciou.

E o nosso representante brasileiro, Luan Ramos Marques, ficou em 49º lugar, ele cruzou a linha de chegada com 15 dos 16 cães, apenas ele e Jake Berkowitz conseguiram chegar ao final com quase todos os cães.

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Parabéns Luan!

Resultado Expo Fecirs 10 mar 2013

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Foto: Paulo Pavel

Punky começando bem na classe jovem:

  • 3x melhor jovem;
  • 3x melhor adulto da raça;
  • 3x 3º de grupo adulto.

Com os juízes: Sr. Cesar Gutierrez (México), Sr. José Alberto Thiers (Brasil) e Sra. Renata Castro (Brasil). Handler Bruna Soares.

Husky Siberiano “pré-histórico”

G1 | Ciência e Saúde | 07 mar 2013

Fóssil de cão doméstico na Sibéria é um dos mais antigos já achados

Dente tem 33 mil anos, contra 36 mil dos ossos caninos mais velhos.
Exame de DNA aponta que animal foi um antepassado do cão moderno.

Cientistas russos descobriram o dente fossilizado de um cão doméstico na Sibéria que data de 33 mil anos, um dos vestígios mais antigos encontrados até agora, informou um estudo publicado nesta quarta-feira (6) nos Estados Unidos. Os fósseis mais velhos de cães modernos já achados remontam de 36 mil anos.

O exame de DNA feito no dente determinou que se trata de um antepassado do cão moderno, explicou a pesquisadora Anna Druzhkova, do Instituto de Biologia Molecular e Celular da Rússia, uma das autoras principais do estudo.

Crânio achado na Sibéria em outro estudo, de 2011,é do cão de Altai (Foto: PLoS One/Ovodov et. al.)

Crânio achado na Sibéria em outro estudo, de 2011,
é do cão de Altai (Foto: PLoS One/Ovodov et. al.)

O resultado da pesquisa foi publicado na revista científica americana “PLoS One”, da Biblioteca Pública da Ciência.

A domesticação do cão é mais antiga que o começo da agricultura, há 10 mil anos. Mas os cientistas não sabem exatamente quando os cães e os lobos se tornaram duas espécies distintas. Essa separação data de mais de 10 mil anos, segundo estimativas.

Os cientistas que descobriram o dente fossilizado do chamado “cão de Altai”, por causa do nome da montanha onde o animal estava, informaram que ele está muito mais próximo dos cães modernos e dos caninos pré-históricos achados no continente americano do que dos lobos.

“Esse fóssil também revela uma história mais antiga dos cães fora do Oriente Médio ou do Leste da Ásia, que até agora se pensava que era o berço do cão moderno”, informaram os autores da descoberta.

Fóssil encontrado é de ancestral do cão moderno (Foto: J.-L. Klein & M.-L. Hubert/Biosphoto/Arquivo AFP)

Fóssil encontrado é de ancestral do cão moderno (Foto: J.-L. Klein & M.-L. Hubert/Biosphoto/Arquivo AFP)

Da AFP | G1 | Ciência e Saúde

Envolvimento emocional explica investimento

Zero Hora | 03 de março de 2013 | N° 17360

MEDICINA PET

 A noção de que um bicho de estimação é como se fosse da família é uma das explicações para o investimento desmedido em tratamentos de saúde para o animal. É a opinião da psicóloga Denise Gimenez Ramos, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e autora do livro Os animais e a psique (Summus, 2005).


Porém, de forma exacerbada, esse comportamento é considerado inadequado pela psicóloga:

– As pessoas têm substituído relações familiares e de amizade pelos cães, tratam como filhos. Esse comportamento coloca os animais numa posição que não é deles. É um problema muito sério, uma relação quase patológica.

O limite, adverte ela, é quando o envolvimento exagerado começa a gerar isolamento, pois a pessoa deixa de fazer atividades em benefício próprio para se dedicar ao mascote.

Mercado gigante
– Há 101 milhões de animais de estimação no Brasil, sendo 35,7 milhões de cães e 19,8 milhões de gatos.
– O mercado pet fatura cerca de R$ 20 bilhões por ano e gera em torno de 1 milhão de empregos diretos e indiretos.
– Em 2012, o gasto com animais de estimação por habitante aumentou 13% em relação ao ano anterior.
– 56% dos lares de Porto Alegre têm pets, aponta uma pesquisa.
– O Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS atende 20 mil animais por ano, só perde para a Universidade de São Paulo, que atende 50 mil.
AS ESPECIALIDADES (ANIMAIS) RECONHECIDAS
– Medicina intensiva
– Homeopatia
– Patologia
– Cirurgia
– Anestesiologia
Fonte: Fontes: comissão para Animais de Companhia (Comac), Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindam), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ibope

Bichos, tecnologia e muito carinho

Zero Hora | 03 de março de 2013 | N° 17360

MEDICINA PET 

Cuidados como pessoas dentro de casa, os bichos recebem tratamento de gente também em clínicas veterinárias

Cuidados como pessoas dentro de casa, os bichos recebem tratamento de gente também em clínicas veterinárias

Cuidados como pessoas dentro de casa, os bichos recebem tratamento de gente também em clínicas veterinárias.

– Os cuidados com a higiene e a própria infraestrutura são os mesmos da medicina – compara o diretor do Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS, Afonso Beck.

Os aparatos, de fato, surpreenderam o supervisor de recursos humanos Rodrigo Pereira Fenalti, 35 anos, que acompanhou a akita Nikita, 12 anos, em uma ecografia para identificar um tumor em uma das mamas.

– O equipamento é igual, o que muda é o software para interpretar as imagens – explica o veterinário Rodrigo Lorenzoni.

Shitzu Buddy, 4 anos

Shitzu Buddy, 4 anos

Como a oferta de materiais e equipamentos específicos para pets ainda é pequena no mercado, o material de sutura e os colírios administrados no shitzu Buddy, quatro anos, que teve uma perfuração no olho direito e passou por cirurgia, também foram apropriados da oftalmologia convencional.

– Hoje já existem lentes de contato terapêuticas para cães, mas a maior parte dos produtos é a mesma de uso humano – diz a veterinária Paula Hünning.

Quem passou trabalho foi a advogada Neida Manassero, 55 anos, e a nutricionista Michelle Dorneles, 25 anos, que tiveram de dar conta das medicações de Buddy no pós-operatório.

– Era antibiótico, anti-inflamatório, colírio, fora o “abajur” no pescoço, que deixava ele inquieto! – lembra Neida.

Na quimioterapia do poodle Orfeu, a relações públicas Gisele Klockner, 30 anos, gastou R$ 1,3 mil só no primeiro mês, sem contabilizar o gasto com remédios para enjoo

Na quimioterapia do poodle Orfeu, a relações públicas Gisele Klockner, 30 anos, gastou R$ 1,3 mil só no primeiro mês, sem contabilizar o gasto com remédios para enjoo

A apropriação de recursos da medicina humana para o tratamento de animais acaba pesando no bolso dos donos. Na quimioterapia do poodle Orfeu, por exemplo, a relações públicas Gisele Klockner, 30 anos, gastou R$ 1,3 mil só no primeiro mês, sem contabilizar o gasto com remédios para enjoo. Enfrentando um câncer no sistema linfático desde outubro passado, o poodle preto de 13 anos a quem Gisele se acostumou a chamar de filho mal consegue subir um degrau e precisa de colo para voltar do passeio no pátio do prédio.

– Ele está ficando muito debilitado, então resolvemos parar com o tratamento – conta a dona do mascote.

O gato Pepe já fez a primeira revisão cardiológica com a veterinária Elisa Neuwald

O gato Pepe já fez a primeira revisão cardiológica com a veterinária Elisa Neuwald

Ao contrário do poodle Orfeu, que nunca tinha ido ao veterinário antes de ficar doente, o gato Pepe já fez a primeira revisão cardiológica com a veterinária Elisa Neuwald, no Centro Veterinário Mundo Animal.

– Quando os felinos apresentam sintomas de problema cardíaco, em geral, já é tarde demais, então é necessário um cuidado preventivo – aconselha Elisa.

O próximo passo, ao que parece, é que checkups periódicos com diferentes especialistas passem a fazer parte da rotina de cuidados médicos com pets.



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