Arquivo para julho \31\UTC 2011

FESTICÃO – Circular Exposições Caninas

FESTICÃO
Circular Exposições Caninas
Protocolo de Homologação
Número: RSG/I2P – 12619 à 12621/11*RSG/E -12656/11

EVENTO: festicão
Data: 06/08/11 Sábado

Exposição Internacional
Árbitro: Sr. Carlos E. Quiñones La Rotta (Colômbia)

Exposição Panamericana e
Exposição Especializada Integrada da Raça Dogue Alemão **
Árbitro: Sr. Gerardo A. Paolucci (Argentina)**

Exposição Panamericana
Árbitro: Sr. Adrian Landarte (Uruguai)

** O Melhor da Raça compete no Grupo na Exposição Geral **

Árbitro Reserva: Sr. Carlos Manso
Superintendência: Sra. Clarice Oliveira

LOCAL:
Estádio Cinófilo Leyla Rebelo
Estrada Costa Gama, nº 4198 – Belém Velho – POA – RS
Voltagem do Local: 220v/110v

INSCRIÇÕES:
R$ 120,00 Cães a partir de 09 meses 1 dia
R$  60,00 Cães até 09 meses
As inscrições deverão ser realizadas até dia 03/08/2011 (quarta-feira).
E-mail: fecirs@fecirs.com.br
Site Dog Show: www.dogshow.com.br
O pagamento deverá ser efetuado no dia da exposição antes do horário de entrada em pista dos exemplares inscritos.
Os números não serão entregues sem o devido pagamento.

HORÁRIOS DE ENTRADA:
Os horários de entrada dos cães em pista, serão divulgados no dia 05/08/2011 (sexta-feira) no site www.fecirs.com.br . Por favor providenciem auxiliares.

A SUPERINTENDÊNCIA RESERVA-SE AO DIREITO DE ALTERAR A PROGRAMAÇÃO DE HORÁRIO SEMPRE QUE SE FIZER NECESSÁRIO.

ATENÇÃO:
– Na exposição especializada de Dogue Alemão têm que ter um mínimo de 10 (dez) cães inscritos e presentes na mesma.

– Cães nascidos e/ou residentes com o proprietário em outro país, podem solicitar Título de Campeão Brasileiro com 02 CAC’S;

– A ausência do exemplar inscrito, mesmo que por impedimento (atestado vacina, etc), não isenta o responsável pela inscrição do pagamento da mesma.

– O proprietário do cão é responsável pelas declarações contidas na inscrição. Favor confirmar o recebimento das mesmas por e-mail ou telefone (51 – 3225.9368)

– A constatação de declarações errôneas leva à perda de tudo que o cão ganhou naquele evento, independentemente de outras penalidades que o responsável pela inscrição possa sofrer.

– Art. 3º: Nenhuma propaganda poderá ser veiculada na área do evento sem a prévia autorização.

Agradecemos desde já a presença e a colaboração de todos em nossas exposições, colocando-nos à inteira disposição.

CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS

FECIRS 

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Planeta Extremo testemunha aurora boreal na Noruega

Bora pra Patagônia filmar a Aurora Austral!!!

Planeta Extremo testemunha aurora boreal na Noruega

A equipe enfrentou frio de -30°C e o perigo de ursos polares em 15 dias de caça por um dos fenômenos mais surpreendentes do planeta.

Neste episódio de Planeta Extremo, o repórter Clayton Conservani viajou em busca da aurora boreal. Ela só é encontrada em lugares onde a luz do sol quase não aparece e o frio bate os -30ºC. Por isso, é muito raro encontrar alguém que tenha tido o privilégio de ver – com os próprios olhos – esse que é um dos fenômenos mais incríveis da natureza. Não é o caso do repórter Clayton Conservani.
A equipe partiu de Longyearbyen, no arquipélago de Svalbard, extremo norte da Noruega, o ponto da terra permanentemente habitado mais próximo do Pólo Norte, atrás do desafio de encontrar a aurora boreal. Em algumas noites, é possível ver as luzes coloridas dançando na atmosfera. A caçada não fácil. O frio de -30°C é apenas um dos obstáculos. O outro é assustador: 2,5 mil ursos polares, soltos no gelo.

Nessa parte da Noruega, não teremos a luz do dia em nenhum momento. São seis meses de escuridão no inverno. Para chegar perto da aurora boreal, nossa expedição vai usar apenas trenós. Ela pode durar até duas semanas.

O impacto da primeira visão da aurora boreal é grande, mas sabemos que o efeito pode ser mais espetacular. As luzes estão fracas. É preciso buscar regiões onde clima esteja favorável e o céu claro.

A próxima chance está a 850 quilômetros de distância, na cidade de Alta. Dessa vez, teremos um pouco de conforto. Vamos passar a noite em um hotel de gelo que só funciona no inverno. Para construir o hotel, foram usadas 600 toneladas de neve e 300 de gelo.

Depois, prosseguimos sem medo, enfrentando apenas o clima agressivo. Caminhamos por duas horas, mas novamente não conseguimos avistar a aurora boreal. Será que viemos de tão longe para não encontrarmos esse fenômeno? Agora, só temos mais uma chance. O suspense vai durar até a última cidade.

São 310 quilômetros de estradas escorregadias e curvas perigosas até chegar a Tromso. Nessa parte da Noruega, mesmo no inverno, teremos algumas horas de luz depois da escuridão do extremo norte.

Vamos direto para o Observatório de Tromso em busca de dicas para encontrar a aurora boreal. O pesquisador Helge Nylund tenta simplificar e diz que a aurora é um doce sopro vindo do sol. Na verdade, as explosões solares liberam partículas de elétrons, que são atraídas para os pólos da Terra. Quando os elétrons chegam à atmosfera, colidem com átomos de oxigênio e nitrogênio, e o resultado desse choque é a Aurora boreal, a 100 quilômetros de distância da Terra.

O estudioso nos recomenda procurar um caçador de aurora boreal. Seguimos a dica e encontramos Kjetil Skogli, um dos melhores do mundo para capturar a aurora. Kjetil explica que existem diferentes formas na Aurora boreal e diz que vai nos ajudar. Quando os primeiros raios de sol aparecem, já estamos caminhando. Kjetil nos leva por uma trilha íngreme em uma montanha.

Nosso guia diz que vamos precisar de calma e resistência. A aurora boreal está prestes a surgir quase na fronteira com a Finlândia. São mais cinco horas de viagem, debaixo de uma nevasca. Vamos percorrer 16 quilômetros pelo Vale das Trutas, usando trenó até o ponto ideal para avistarmos as luzes do norte.

Subimos e descemos pelo Vale das Trutas até uma planície onde vamos passar a noite. Chegamos a um lugar perfeito para avistarmos a aurora boreal, bem longe das luzes da cidade. É esperar pela escuridão completa e tentar ver as luzes do norte. Já são 15 dias de viagem pela Noruega. Nosso prazo está esgotado.

De repente, o céu começa a se transformar, as luzes parecem assombrações coloridas vindas de todas as direções. O repórter Clayton Conservani comenta o fenômeno: “É emocionante e ao mesmo tempo assustador. A sensação é de que estamos em um sonho ou tendo algum tipo de alucinação”.

Foram duas horas de magia. Usamos uma câmera especial para captar a aurora boreal, mas o fenômeno é tão complexo que é difícil sincronizar o áudio com a imagem, e entendemos por que a Aurora boreal é considerada o fenômeno mais espetacular do planeta Terra.

Até o experiente Kjetil se comove: “O céu está repleto de aurora boreal. Não importa se você busca isso por 10 ou20 anos. Quando o céu está cheio de luzes do norte, é sempre lindo. Essa noite nós tivemos muita sorte, foi um grande show”.

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1667633-15605,00-PLANETA+EXTREMO+TESTEMUNHA+AURORA+BOREAL+NA+NORUEGA.html

Blog conta os bastidores das gravações de Planeta Extremo

Planeta Extremo – Aurora Boreal

Hoje no Fantástico o Planeta Extremo vai de trenó de cães em busca da Aurora Boreal.

Canal F antecipa imagens incríveis da aurora boreal em Planeta Extremo

Clayton Conservani convida os internautas a assistirem ao Planeta Extremo. A equipe do Planeta Extremo foi até o Circo Polar Ártico em busca de um dos fenômenos naturais mais espetaculares da Terra.

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,18402,00.html

É isso aí, campeão

Zero Hora| 03 de julho de 2011 | N° 16748

BICHOS

É isso aí, campeão

Cães podem se tornar ótimos parceiros de corridas e caminhadas, mas treiná-los para exercícios de alta performance exige precauções

Fazer do cão um companheiro de malhação, seja em corridas ou em caminhadas nas ruas e parques, parece simples: basta colocar uma coleira e pronto. Ledo engano. Exigir esforço físico do animal de estimação é bem mais complexo do que parece. Verificar a saúde dele é essencial. Segundo a médica veterinária Amanda Garcia de Santana, a primeira providência que o dono deve tomar é agendar um exame de sangue para o cão, além de um eletrocardiograma. Se tudo estiver sob controle, os cuidados com o animal durante a corrida são, basicamente, os mesmos de um ser humano.

– O animal precisa ser hidratado de 40 em 40 minutos – ensina.

Depois do exercício, complementar a alimentação do pet com as chamadas rações superpremium é o mais indicado para repor a energia. Com mais fontes de proteína animal na composição, esse tipo de ração é de fácil digestão.

– Oferecer água de coco e até bebidas isotônicas sem corante após a corrida ajuda a repor os sais minerais e a reidratar o animal – completa Amanda.

Trocar o asfalto por passeios na grama também contribui para o cão a não passar calor. A adestradora de cães Daniela Azevedo explica que os cachorros não suam pela pele, mas pela língua e pelos coxins, as “almofadinhas” das patas. Se o chão estiver muito quente, o animal não consegue dispersar o calor produzido pelo exercício – e corre o risco de desenvolver uma hipertermia, condição que aumenta de maneira incomum a temperatura corporal e pode levar o bichinho à morte em minutos. – Quando o animal sente os sintomas, o quadro já está avançado – alerta. – Ele cai no chão, como se estivesse cansado, com a respiração acelerada. Pode haver também vômitos e convulsões.

Se isso acontecer, providencie água, hidrate os coxins e leve-o ao veterinário.

Com os devidos cuidados, Daniela Azevedo diz que se exercitar ao lado de companhia canina tem suas vantagens. Uma delas é driblar a preguiça.

– Em duas semanas, o animal já está adaptado aos exercícios. Se o dono não for mais, ele vai sentir falta e cobrar.

Para o cão, os benefícios são ainda maiores. Os diferentes cheiros e cenários fazem com que ele tenha novos estímulos mentais.

– Hoje em dia, os animais ficam presos, convivendo com as mesmas pessoas – justifica a adestradora. Isso pode gerar problemas comportamentais, como medo e estresse.

Além disso, os cães acumulam energia tóxica nos músculos e precisam colocar isso para fora de alguma maneira.

DICAS

– Evite correr com coleiras muito pesadas, feitas de ferro ou enforcadeiras. O animal ficará com os movimentos limitados – e pode acabar se atrapalhando ou atrapalhando você.

– Bicicleta e cachorro não combinam. O esforço que o animal precisará fazer para acompanhar o dono pode ser maior que o que ele aguenta, o que fará com que ele se canse mais rápido.

– Uma boa dica antes de encarar as pistas de corrida é estipular metas. Comece com pequenas distâncias e vá aumentando gradualmente, até que o cão tenha condicionamento físico para correr percursos maiores.

– Lembre-se de não forçar o animal a correr. O bicho precisa associar a atividade com diversão, para que os exercícios não se tornem um momento penoso para ambos.

– Leve o cachorro para um check up geral antes de iniciar qualquer atividade física. É preciso saber se o animal tem algum problema de saúde que o limite, como doenças cardiovasculares, displasia coxofemural ou anemia.

– Faça algumas paradas para hidratar seu amigo. Além de água, água de coco e bebidas isotônicas (desde que sem corante ou sabor) são boas opções para repor os sais minerais perdidos na transpiração.

– Não coloque sapatinhos nos cachorros. Como a transpiração deles também ocorre pelos coxins, o calçado pode dificultar o processo.

– No verão, escolha horários em que o sol está ameno – antes das 10h e após as 17h. O asfalto quente pode queimar os coxins do animal, causando hipertermia.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a3373320.xml&template=3898.dwt&edition=17446&section=1026

 

 

 

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a3373321.xml&template=3898.dwt&edition=17446&section=1026



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