Arquivo para junho \29\UTC 2011

Frio de renguear pinguim

Depois de renguear os cuscos, o frio aqui no Rio Grande tá rengueando até pinguim… hehehe
Zero Hora | 29 de junho de 2011 | N° 16744

PAMPA GELADO

Frio de renguear pinguim

Temperatura extrema no inverno exige que os animais sejam aquecidos com ar condicionado em zoológico de Gramado

Com o rigor do frio na Serra, animais vivem em ambiente aquecido artificialmente no zoológico

vanessa.franzosi@gruporbs.com.br

VANESSA FRANZOSI | SUCURSAL DA SERRA

Está fazendo tanto frio na Serra que nem pinguim aguenta. No zoológico de Gramado, sete deles, da espécie magalhães, passam o tempo entre a água e o ambiente aquecido com ar condicionado.

Desde a chegada do frio extremo no Estado, que está derrubando a temperatura para baixo dos 0ºC, primatas e répteis do zoológico de Gramado estão sendo aquecidos com cobertores e aquecedores a óleo. O sistema mais eficiente, no entanto, é dos pinguins. Eles têm ar condicionado acionado quando o termômetro baixa dos 3ºC.

– O ar fica acionado em torno de 25ºC até que a temperatura do ambiente deles suba dos 10ºC, o que é ideal para esta espécie – explica o médico-veterinário do GramadoZoo, Rafael Pagani.

Isso por que, diferentemente da crença popular, nem todos os pinguins gostam e precisam de frio extremo. Das 18 espécies existentes no mundo, apenas duas (o imperador e o adelie) vivem no gelo da Antártica. A que aparece na costa brasileira durante o inverno, o pinguim-de-magalhães, vem para cá fugindo das águas frias da Patagônia, entre o Chile e a Argentina, em busca de temperatura mais amena e comida.

– Eles vivem em temperatura média acima dos 10ºC, por isso vêm para a nossa costa no inverno e voltam para a colônia a partir de agosto e setembro – explica o coordenador do Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM) de Rio Grande, Rodolfo Silva.

Em vida livre, os animais buscam naturalmente correntes marítimas mais quentes para não sofrerem. Em cativeiro, o aquecimento artificial garante qualidade de vida aos animais, reitera Silva.

Répteis e macacos também sofrem com o frio serrano.

Assim como eles, os macacos vindos de regiões mais quentes e os répteis (jabuti e cobras) também sofrem com o frio serrano. Dos 32 recintos do zoológico de Gramado, sete são equipados com aquecedores a óleo que são acionados principalmente durante a noite. Mordomia maior tem o macaco-aranha-de-testa-branca, que se diverte com cobertores para espantar as baixas temperaturas, bem distantes do que a espécie está acostumada na Amazônia.

Como a cada 100 metros acima do nível do mar a temperatura costuma cair 1°C, Gramado – que está 800 metros acima do nível do mar – tem temperatura entre 6°C e 8°C inferior ao registrado na Capital, que está a 40 metros do nível do mar. Já a umidade elevada (ontem, na cidade da Serra estava em 46%) costuma causar maior variação de temperatura ao longo do dia, aquecendo mais as tardes e gelando mais as noites e as madrugadas.

Rota dos Pinguins

Para o seu filho ler

Aquecedor neles
– Mico-de-cheiro: natural da Amazônia, o pequeno macaco precisa de temperatura média acima de 23°C e o aquecedor fica ligado durante quase o ano inteiro.
– Jabutis: o réptil também tem aquecedor a óleo para manter a temperatura do corpo. Os répteis precisam de cuidados especiais porque a temperatura do corpo deles se iguala à temperatura externa.
– Tamanduá-mirim: tem aquecedor a óleo embutido ao lado de onde dorme para manter a temperatura em torno de 20°C a 25°C.
– Macaco-aranha-de-testa-branca: o primata natural da Amazônia recebe cobertores principalmente à noite para espantar o frio. O macaco-aranha-de-cara-vermelha tem aquecedor onde dorme.
ALIMENTAÇÃO MAIS CALÓRICA
– A alimentação dos animais do zoológico é reforçada no inverno com mais calorias. Os primatas e aves ganham pinhão e uma mistura de polenta com suplementos vitamínicos e minerais que os ajudam a esquentar o corpo para o frio.
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Aprovada criação da Secretaria Especial dos Direitos Animais‏

Aprovada criação da Secretaria Especial dos Direitos Animais‏

Blog Bicharada – 28 de junho de 2011

O projeto de lei do Executivo que cria a Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda) foi aprovado na Câmara Municipal de Porto Alegre, ontem, dia 27/06. A nova secretaria tem como objetivo estabelecer e executar políticas públicas destinadas à saúde, proteção, defesa e bem-estar animal. Também caberá à secretaria gerir ações já em andamento, como é o caso do projeto Bicho Amigo, que atua no controle reprodutivo de cães e gatos, combate aos maus-tratos, educação ambiental e guarda responsável.

De acordo com o site da prefeitura, o prefeito José Fortunati ressaltou que a iniciativa da criação da secretaria visa resolver questões de saúde pública devido à proliferação de doenças, abordar de forma mais adequada os animais de rua e tratar a questão de posse responsável.

E aí, pessoal? Vocês acreditam que a criação dessa secretaria vai contribuir para diminuir o número de animais abandonados nas ruas? Comente!

Blog Bicharda

3º Sled Day Brasil

‎3º Sled Day Brasil
Dia 25 de junho de 2011
Parque Esportivo Eduardo Gomes (Parcão) em Canoas/RS
PARTICIPEM!!

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Novas (velhas) fotos 3

Encerrando a série novas (velhas) fotos, fotos do 2º Sled Day Brasil, que ocorreu em 23 de abril (2011) na praia de Tramandaí/RS. Fotos de Ju Xavier (Arlequin Design).

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p.s. Amanhã coloco as legendas nas fotos.

 

Novas (velhas) fotos 2

Mais fotos, agora de 30 de janeiro deste ano (2011), um “ensaio” posado da Tsuki e da Steel também. Fotos da Ju Xavier (Arlequin Design).

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Novas (velhas) fotos 1

Finalmente criei vergonha na cara e selecionei as fotos que a Ju Xavier (Arlequin Design) fez da Tsuki e da Steel.

Estas são da exposição de 7 de novembro de 2010, sim eu sei 2010 um fiasco a demora…hehe, Tsuki e Steel foram só passear.

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Cachorro espera na porta de casa por volta de extrativistas mortos no Pará

09/06/2011 06h19 – Atualizado em 09/06/2011 08h28 – Glauco Araújo Do G1, em São Paulo

Cachorro espera na porta de casa por volta de extrativistas mortos no Pará

Após 26 dias do crime, Bleik não sai de assentamento em Nova Ipixuna (PA).
José Claudio e Maria Espírito Santo foram assassinados em emboscada.

O cachorro Bleik permanece no mesmo local à espera de seus donos desde 24 de maio. O vira-latas criado sem coleira em meio à vegetação nativa do Pará era o fiel escudeiro do extrativista José Claudio Silva, que foi morto nesta data em uma emboscada ao lado da mulher Maria do Espírito Santo, em Nova Ipixuna (PA).

Bleik não sai da varanda da sede da fazenda no assentamento Praialta Piranheira, onde vivia o casal antes de ser assassinado. O cachorro tem preferência por um lugar na casa, perto da farda camuflada do extrativista, que ainda permanece pendurada em um gancho na varanda lateral do imóvel.

“É como se ele estivesse esperando meu irmão voltar. É como se meu irmão e minha cunhada estivessem viajando e prestes a voltar. Ele ficou órfão”, disse a ambientalista Claudelice Silva dos Santos, 29 anos, irmã de José Claudio.

Bleik era um cão dócil durante o convívio com o casal de extrativistas, mas montava guarda durante as noites. Hoje, ele tem uma fisionomia fechada. “Não é com todo barulho de carro ou de moto que ele faz festa”, disse Claudelice.

A reportagem do G1 chegou ao local em uma picape, carro comum usado para trafegar na região, mas foi recebido com latidos de guarda. Nem mesmo a presença de Claudelice, com quem Bleik tinha contato antes das mortes, aliviou o semblante do animal. “Pedimos para um vizinho amigo nosso, que ainda mora por aqui, passar de vez em quando para colocar água e ração para ele.”

Claudelice contou que o animal foi deixado na casa por conta do medo de familiares, que receberam ameaças de morte por fazendeiros e madeireiros da região. Eles se sentiram inseguros em permanecer no local e saíram da carregando apenas objetos pessoais e algumas roupas. “Voltamos para a casa de meu irmão para tentar levá-lo com a gente, mas ele estava arredio, agressivo, ficamos com medo de sermos mordidos. Parece que ele só quer esperar meu irmão voltar. Para onde meu irmão seguia, ele corria atrás, mata adentro”, disse ela.

“O Bleik fica perto da farda que meu irmão usava para entrar na mata. Não saía sem ela. Acho que o cheiro dele deve estar na roupa. Deixei algumas castanhas do Pará para ver se ele quebra com os dentes e come alguma coisa”, afirmou a ambientalista.

http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/06/cachorro-espera-na-porta-de-casa-por-volta-de-extrativistas-mortos-no-para.html



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